Promoção Social realiza capacitação sobre gravidez na adolescência

A Gravidez na adolescência foi o tema da capacitação realizada pela secretaria de Promoção Social nesta segunda-feira (11), na sala de convivência do antigo Fórum. O evento reuniu profissionais do Centro de Referência e Assistência Social (CRAS), do programa Criança Feliz, do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), da Casa da Criança, além de Agentes Comunitários de Saúde, entre outros. A capacitação, que terá três etapas, contou com palestra e dinâmica de grupo, comandado pela Coordenadora do CRAS do Parque Andrea, Cristiana Luz, e pela Coordenadora da Proteção Social Básica da Secretaria de Promoção Social, Renata Toledo.

A gravidez na adolescência ocorre entre os 10 e 20 anos, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Apontada como uma gestação de alto risco decorrente das preocupações que traz à mãe e ao recém nascido, a gravidez nesta faixa etária pode acarretar problemas sociais e biológicos.

Segundo Renata Toledo, essa capacitação sobre gravidez na adolescência terá três etapas. Na primeira, que começou hoje, estão sendo capacitadas as equipes individuais que atuarão na prevenção juntamente aos adolescentes e seu familiares, além de trabalhar como multiplicadores. Outra etapa importante do projeto acontece de 12 a 20 de fevereiro, quando os profissionais estarão visitando as escolas do Centro, Basílio e Boa Esperança, que estão dentro da área de proteção do CRAS e CREAS. O projeto termina no próximo dia 27 de fevereiro, com um evento na Praça Fonseca Portela, no Centro, com a realização palestras educativas, com psicólogos e assistentes sociais, além de distribuição de materiais informativos, entre outros.

“Hoje trabalhamos as equipes que irão atuar como multiplicadoras. A partir de amanhã, daremos continuidade a esse trabalho nas escolas. Até o fim do mês teremos atividades relacionadas ao tema gravidez na adolescência”, afirma Renata Toledo.

Consequência Negativa – A gravidez na adolescência pode trazer consequências emocionais, sociais e econômicas para a saúde da mãe e do filho. A maioria das adolescentes que engravida abandona os estudos para cuidar do filho, o que aumenta os riscos de desemprego e dependência econômica dos familiares. Esses fatores contribuem para a perpetuação da pobreza, baixo nível de escolaridade, abuso e violência familiar, tanto à mãe como à criança.

Texto: Denilson Santos
Fotos: Galileu

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