Vacinação dos idosos contra a gripe começa na segunda-feira

Na primeira fase da campanha, com início em 23 de março, também entram trabalhadores de saúde, que estão na linha de frente do atendimento à população. O Dia D será em 9 de maio.

Começa na segunda-feira (23) a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe. A imunização, que esse ano foi antecipada, será feita em três fases destinadas a grupos prioritários considerados  mais vulneráveis aos vírus que causam a gripe (Influenza A-H1N1, Influenza A-H3N2 e Influenza B). Na primeira fase, o foco inicial será os idosos com 60 anos ou mais e profissionais da área de saúde. Para evitar aglomerações, as unidades de saúde estarão abertas para vacinação de acordo com a procura com estratégias para evitar aglomerações.

Várias unidades de saúde do município estarão realizando a vacinação dos idosos e dos profissionais de saúde, como a Clínica da Família, o Ambulatório Municipal de Boa Esperança e as Estratégias Saúde da Família (ESF) do Basílio, Parque Indiano, BNH, Praça Cruzeiro, Boa Esperança, Boqueirão, Mangueira, Rio do Ouro, Jacuba e Bela Vista, além do Lar Maria de Nazaré. Os idosos acima de 60 anos serão vacinados em casa.

“A secretaria de Saúde estruturou as equipes das Estratégias Saúde da Família, determinando estratégias de acordo com a especificidade de cada área para fazer o atendimento dos idosos em suas residências, além dos profissionais de saúde no próprio local de trabalho, como nas ESFs, Ambulatórios, SAD, Centro do coração, Corb e Centro de Reabilitação, para evitar aglomerações nos postos de vacinação”, explica a Coordenadora de Imunização da secretaria de Saúde, Jane Lima do Amaral.

Nos ESFs o atendimento será realizado de 8h às 16h e o no Centro Pediátrico Municipal Dr. Almir Branco de 7h às 16h.

Maior Proteção – A antecipação da vacina contra a gripe é mais uma medida de proteção a esses públicos, em especial aos idosos, já que a vacina é uma proteção aos quadros de doenças respiratórias mais comuns, que dependendo da gravidade pode levar a óbito. Também e uma forma de auxiliar os profissionais de saúde a descartarem as influenzas na triagem e acelerarem o diagnóstico para Covid-19. A vacinação ainda desafoga os pronto-socorros e hospitais do sistema público e privado, que vão ter menos pacientes com gripe e mais espaço para um eventual surto do coronavírus.

A segunda fase da campanha começa no dia 16 de abril e serão vacinados professores de escolas públicas e privadas, profissionais de forças de seguranças e salvamento, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clinicas especiais.

O Dia D – Na terceira fase da campanha de vacinação, que começa no dia 9 de maio, quando também acontece o Dia D de Vacinação, serão imunizaadas as crianças de 6 meses a menores de seis anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), adultos de 55 a 59 anos, gestantes, puerperas (mães no pós-parto), população indígena, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional. A campanha, que termina no dia 22 de maio, tem como meta vacinar 90% do público-alvo.

O que é Influenza? – É uma doença viral febril, aguda, comumente conhecida como gripe, geralmente benigna e autolimitada. Caracteriza-se por sintomas como febre, tremores, dores de cabeça, dor de garganta e rouquidão, além de alterações respiratórias, como tosse seca e coriza. A infecção geralmente dura, aproximadamente, uma semana. Existem três tipos de vírus Influenza: A, B e C. O vírus Influenza C causa infecções respiratórias brandas, sem causar impactos na saúde pública ou estar relacionado com epidemias. Já os vírus A e B são responsáveis por epidemias sazonais. O vírus Influenza A é classificado ainda em subtipos H1N1 e H3N2, além do H7N9.

Transmissão – Ocorre pelo contato com pessoas infectadas, ao tossir, espirrar ou falar. Pode ser transmitida ainda indiretamente pelas mãos, após contato com superfícies contaminadas por secreções respiratórias.

Sintomas – Os sintomas da gripe se assemelham com a do novo coronavírus. Podem apresentar febre, tosse ou dor na garganta, além de dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração (cansaço extremo).

Como se prevenir – A vacinação contra a gripe é a forma mais eficaz de evitar a doença, mas pequenas ações no dia a dia também podem ajudar, como manter as mãos sempre limpas, principalmente antes de consumir algum alimento; utilizar lenço descartável para higiene nasal; cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir; evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca; higienizar as mãos após tossir ou espirrar; não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas; manter os ambientes bem ventilados; evitar contato próximo com pessoas que apresentem sinais ou sintomas de gripe.

Que doenças crônicas credenciam você a tomar a vacina contra a gripe?

  • Diabetes
  • Obesidade
  • Doenças respiratórias crônicas (asma, DPOC, fibrose cística…)
  • Doenças cardíacas crônicas (hipertensão, insuficiência cardíaca…)
  • Doenças neurológicas crônicas (AVC, paralisia cerebral, esclerose múltipla…)
  • Doenças hepáticas crônicas (hepatites, cirrose…)
  • Transplantes (órgãos sólidos e medula óssea)
  • Doenças renais crônicas (paciente em diálise, síndrome nefrótica…)
  • Imunossupressão (indivíduos que estão com o sistema imune abalado por doenças ou medicamentos)
  • Trissomias (síndromes de Down, de Klinefelter, de Wakany…)

Quem está fora do público-alvo não pode tomar a vacina contra a gripe?

A vacina traz benefícios para todo mundo a partir dos 6 meses de vida. Porém, o governo informa que é impossível garantir o acesso gratuito a toda a população brasileira. Desse modo, o Ministério da Saúde elege grupos vulneráveis ou que costumam desenvolver complicações mais severas à infecção pela influenza.

Outro critério utilizado reflete condições específicas: indivíduos privados de liberdade, por exemplo, ficam em locais fechados, onde a transmissão do vírus é mais fácil. Professores, por sua vez, entram em contato com muita gente todos os dias — portanto, passam a doença com rapidez.

Texto: Denilson Santos

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