Ministério da Saúde alinha estratégias com municípios do Rio de Janeiro para conter a síndrome gripal

A 23ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza teve seu início em 12 de abril e término previsto para 09 de julho de 2021. Nesse período, as doses de influenza recebidas pelo Estado do Rio de Janeiro para as ações de campanha, provenientes do Ministério da Saúde, foram distribuídas na sua totalidade.

Nesta campanha, os grupos prioritários elencados para serem vacinados foram as crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas, povos indígenas, trabalhadores da saúde, idosos com 60 anos e mais, professores das escolas públicas e privadas, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, pessoas com deficiência permanente, forças de segurança e salvamento, forças armadas, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade.

No entanto, até 28 de junho, as coberturas vacinais nacionais, estaduais e municipais ainda estavam baixas e heterogêneas, levando a formação de bolsões de pessoas não vacinadas contra a influenza, favorecendo o aparecimento da doença e suas complicações, em especial nos grupos de maior risco.

Diante deste cenário buscaram-se estratégias para melhorar o desempenho da vacinação da população alvo da campanha, na perspectiva de alcançar elevadas e homogêneas coberturas vacinais. Além disso, a Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI) recomendou a ampliação da oferta da vacina para toda a população a partir de 6 meses de idade e prorrogação da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza enquanto durassem os estoques nos serviços de saúde. Com a situação atual de aumento de casos de Síndrome Gripal, a procura pelo imunobiológico aumentou de forma excessiva, no entanto não há mais doses disponíveis na Central Estadual, pois todas as remessas referentes ao ano de 2021 recebidas pelo Estado do Rio de Janeiro foram distribuídas e o Ministério da Saúde (MS) não possui reserva estratégica, considerando a sazonalidade da doença e a aprovação recente da composição da nova vacina que será produzida para 2022 (para atender ao hemisfério sul das Américas).

A solução do MS foi o remanejamento de doses de vacina contra influenza do Estado de Roraima para o Estado do Rio de Janeiro para serem distribuídas aos municípios. 

É importante destacar que assim que as doses de vacina contra influenza chegarem ao município, a informação será divulgada para toda a população imediatamente.

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