Câncer infantil foi tema de capacitação para os profissionais de saúde

Os profissionais da área de saúde de Rio Bonito participaram de um curso de capacitação, com o objetivo de preparar médicos, enfermeiros e agentes de saúde para diagnosticarem precocemente o câncer infantil e realizarem o encaminhamento adequado do paciente. O curso, uma parceria entre o Instituto Nacional do Câncer (INCA), O Instituto Ronald MCDonald, o Instituto Desiderata e o Governo do Estado do Rio, através da  secretaria de estadual de Saúde,  começou segunda-feira (29), na Casa do Educador, na Mangueirinha, durou três dias. Cerca de 100 profissionais irão participar das quatro etapas da capacitação, programadas para acontecer nos meses de maio, junho, julho e agosto.

A capacitação é realizada através de um curso, onde uma equipe docente especializada na Estratégia Saúde da Família (ESF) e Oncologia Pediátrica abordam vários temas, entre eles: aspectos epidemiológicos e de organização da rede de atenção oncológica; a importância da Estratégia Saúde da Família (ESF) na detecção precoce e no acompanhamento das crianças e dos adolescentes com câncer; Direitos das Crianças e dos Adolescentes portadores de câncer; detecção precoce: possibilidades e limites; sinais e sintomas do câncer na infância e na adolescência; cuidados necessários com o adolescente e a criança com câncer; cuidados paliativos em oncologia pediátrica e aspectos psicológicos no cuidado da criança e do adolescente com câncer.

 

No primeiro dia de capacitação, os profissionais de saúde assistiram as palestras ministradas pela médica oncologista do Inca, Arissa Ikeda. Ela explicou que o câncer é a segunda maior causa de morte entre as crianças e os adolescentes entre cinco e 19 anos no Brasil, e que a detecção no início da doença salva vidas. Os sinais mais recorrentes que ajudam na identificação de câncer infanto-juvenil são: febre com duração superior a uma semana, dores nas pernas, manchas na pele, sangramento no nariz e na gengiva e aumento dos gânglios. A capacitação é realizada através de um curso, com 20 horas de aulas, ministrada por uma equipe docente especializada na Estratégia Saúde da Família e Oncologia Pediátrica. O curso prosseguiu na terça e quarta-feira, 30 e 31 de maio, com as palestras de Tatilla Rangel, enfermeira do Inca; Vanessa Moraes, Coordenadora de Saúde Bucal da secretaria de Saúde de Rio Bonito; e Rejane Reis, bióloga da Fundação do Câncer.

“Essa capacitação foi muito importante porque nos deu mais suporte e informações sobre a doença. Dessa forma, vamos ficar mais atentos quantos aos casos de câncer infantil, tanto os médicos quanto os outros profissionais que trabalham conosco, para fazermos um diagnóstico precoce, mais preciso,  já que é uma doença ainda rara e, desta forma, indicar o tratamento mais rápido possível”, afirmou a Lia Magalhães, médica geriátrica do ESF da Mangueira.

A capacitação engloba a participação de médicos, enfermeiros e agentes comunitários da Estratégia Saúde da Família (ESF) e do Sistema Único de Saúde (SUS), para que possam suspeitar de potenciais casos de câncer em crianças e adolescentes e então encaminhá-los adequadamente para hospitais públicos de referência.

“Se você não se capacita, não se atualiza, fica para trás, perde a noção de todo processo que está evoluindo. Deveria acontecer mais vezes e em outras especialidades. Essa atualização é extremamente necessária para atuarmos de maneira mais eficaz no ESF”, garante Antônio Azevedo, médico pediatra que atua no ESF de Nova Cidade.

Texto: Denilson Santos

Fotos: Galileu

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