Todo ano, no dia 24 de março é feita uma manifestação de conscientização sobre os efeitos devastadores da tuberculose com o objetivo de acabar com essa epidemia global. Neste ano, o Programa de Tuberculose realizou no auditório da Prefeitura Minicipal de Rio Bonito uma palestra para afirmar a importância do combate à essa doença. O Governo vem intensificando as ações de combate à tuberculose na rotina das consultas médicas nas unidades da Secretaria de Saúde e nos acompanhamentos das visitas domiciliares, realizadas pelas equipes do Programa Estratégia de Saúde da Família (ESF), no intuito de alertar a população sobre a prevenção e o tratamento da doença, dentre as vinte maiores causadora de mortes entre os males infecciosos no país, de acordo com dados do Ministério da Saúde.
A tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível que afeta prioritariamente os pulmões. Em Rio Bonito, o diagnóstico e tratamento da doença são feitos através do Programa Municipal de Combate a Tuberculose.
Contágio, sintomas e diagnóstico – A transmissão ocorre pela inalação de gotículas contaminadas pelo bacilo de Koch, expelidas pela tosse, fala e espirro. Em aproximadamente um ano, tendo convívio no mesmo ambiente, seja no trabalho, em casa, em comunidade, ou nas casas de detenção, o indivíduo com a baciloscopia positiva (partículas em forma de aerossóis que contêm bacilos) pode infectar, em média, de 10 a 15 pessoas.
A doença afeta principalmente os pulmões e pode se manifestar por meio de sintomas como febre ao entardecer, tosse seca e contínua, suor excessivo noturno, falta de ar e de apetite, emagrecimento e cansaço.
“O paciente que apresentar esses sintomas deve procurar uma unidade de saúde do município para realizar o exame diagnóstico e se necessário, iniciar o tratamento que é gratuito e totalmente sigiloso”, adverte a enfermeira Therezinha Vieira da Silva, profissional que faz parte do Programa Municipal de Combate à Tuberculose, que funciona de segunda à quinta-feira, de 8 às 12 horas, no Ambulatório Municipal Manoel Loyola Junior, no bairro Mangueirinha.
Texto: Aila Pinheiro


