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Rio Bonito, RJ
sexta-feira, novembro 24, 2017

Artesanato em Foco

O projeto “Artesanato em foco” tem como objetivo estimular a geração de renda e também propiciar aos turistas a oportunidade de estar em contato com nossas tradições artísticas do município.

Tudo começou com a  1º Feira de Artesanato nos dias 30/04 e 01/05. A partir desse evento houve cadastramento dos artesãos pela Secretaria de Estado de Turismo (Setur-RJ/TurisRio) através  do Programa de Artesanato do Estado do Rio de Janeiro no dia 09/05.

http://www.programadeartesanato.rj.gov.br/

Giovani trabalha com origamis desde os 12 anos. Hoje com 46 anos faz do artesanato uma terapia.

 

 

 

Sônia Regina trabalha há 10 anos com Artesanato. Já participou de várias feiras.  Trabalha com pintura em cerâmica, entre outras artes. A renda do artesanato  ajuda na aposentadoria e como diz: “Dá para passear um pouco”.

Maria da Penha faz artesanato há mais de 30 anos. Expõe na própria casa. Tudo que ela tem é resultado do artesanato. Além do crochê, a família trabalha com peças rústicas de bambu e cipó.

 

Celma é professora aposentada e começou a expor seus trabalhos há cerca de dois anos na Estação das Artes. Trabalha com artesanato desde os 10 anos.

Isaias começou a trabalhar com artesanato depois da aposentadoria, há cerca de 1 ano. Iniciou entalhando bandejas. Pesquisa bastante utilizando a internet e vende em casa.


Clea Neide trabalha com pintura em tecido há cerca de 15 anos. É aposentada e começou a realizar artesanato para melhorar a renda da aposentadoria.

 

Inês de Sá trabalha com artesanato desde os 5 anos e aprendeu com sua avó Lurdes Soares. Inês é fisioterapeuta, instrumentadora cirúrgica e professora. Como não houve condições de manter o trabalho de formação devido  aos problemas de saúde, o artesanato substituiu todas as profissões. “E agora sou a pessoa mais feliz que se possa imaginar” diz Inês.

Conceição é contadora, mas ao ficar desempregada viu o artesanato como fonte de renda. Se aposentou como artesã e expõe na Estação das Artes.

Tamires trabalha com feltro, caixas de MDF e objetos decorativos há aproximadamente 3 anos. Como sua mãe é costureira, Tamires desde pequena já se interessava pelos trabalhos artesanais.

 

Tatiane trabalha há quase um ano com artesanato e já participou de feiras em Niterói. Vende  brincos de crochê pelo Facebook e Instagram. É técnica de enfermagem e ficou desempregada. O artesanato surgiu como uma alternativa de renda.

Para Ely Nunes o artesanato funciona como forma de lazer e geralmente suas peças são para presentear amigos e parentes. As vendas são para a compra dos materiais utilizados.

Solange faz tapetes “fluflu”  e aprendeu a fazer esse tipo de artesanato em Domingos Martins, no Espírito Santo.

Andrea começou a fazer artes nas garrafas para aproveitamento dos recipientes, ou seja, reutilização. Utiliza técnicas de decoupage, tecidos e também faz bordados. Hoje o artesanato além de ser um é uma fonte de renda.

Alessandra trabalha com artesanato em tecido há mais de 5 anos. Vende em casa através de Facebook e Instagram.

Carlana trabalha com a confecção de várias peças em tecido. Geralmente vende  pela internet.

 

Mimos e Caprichos: São 7 pessoas (Iara silos. Silvia Silva, Rosimar Demier, Flávia Denize, Eliana Nunes, Dilmea Garcia e Sônia Pinheiro) que trabalham com artesanato em um espaço na Rua Sete de Maio. Geralmente realizam exposições  em datas comemorativas e também recebem encomendas. Esse ano começarão a dar aulas de crochê, de feltro e pedrarias. Tudo começou em 2015: ao pegar uma encomenda em um bazar em Niterói /RJ Iara teve a ideia de montar um em Rio Bonito com suas amigas. Todas são professoras aposentadas.

Jorge trabalha com venda do artesanato há cerca de 4 meses. Ficou desempregado e resolveu investir no seu talento com madeira de demolição. Geralmente expõe na feira de Itaboraí.

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